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Histórias que seguem em frente: a força de quem transporta e cultiva o Brasil

No campo e na estrada, há histórias que vão além do trabalho: são trajetórias de quem cultiva, transporta e recomeça. No dia 25 de julho, duas datas ganham destaque no calendário regional: o Dia do Colono e Motorista e o Dia Internacional da Agricultura Familiar. Neste ano, o momento tem ainda mais significado para produtores e transportadores do Sul do país, que enfrentaram, em 2024, uma das maiores tragédias climáticas da história recente do Brasil.

Jair Fischer e seu filho Dieison, parceria com a JTI já dura mais de 15 anos

No epicentro da reconstrução, estão homens e mulheres que não só retomaram suas rotinas, como reinventaram caminhos. É o caso de Jair Fischer, motorista, 50 anos, e da produtora Géssica, ao lado do marido Jaime, três nomes entre tantos que ilustram a força e a resiliência de famílias ligadas à agricultura e ao transporte, e que fazem parte da rede de produtores integrados à JTI.

RETORNO
Em maio de 2024, quando as enchentes atingiram Sinimbu (RS), o pátio de Jair Fischer virou cenário de destruição. “Capotaram três caminhões. Nunca tinha visto algo parecido. Foram dias de desespero, mas também de muita solidariedade”, lembra Jair. “Pessoas que a gente nem conhecia chegaram para ajudar. Foi o que nos deu força para continuar.”

A retomada começou em menos de 20 dias. O filho, Dieison Janiel, de 29 anos, já estava ao lado do pai no dia a dia do transporte. E logo se somaram à recuperação a filha, Ketlyn, de 18, e a esposa, Márcia, que também é produtora integrada da JTI. “A gente sempre trabalhou junto. O que nos ajudou a voltar foi saber que a gente tinha estrutura, parceria com a empresa e o apoio da comunidade”, diz Jair, que hoje conta com cinco caminhões, empilhadeira, caminhonete e um pavilhão próprio.

AGRICULTURA FAMILIAR
A cerca de 12 quilômetros dali, na antiga propriedade da família, a agricultora Géssica Buboltz viu a água invadir tudo. “A água chegou a quase dois metros. A gente perdeu móveis, estrutura, parte das plantações. Ficamos sem chão”, conta. Ela e o marido, Jaime, hoje são pais de dois meninos: Ismael, de 8 anos, e Samuel, de 4 anos. Foram eles, segundo Géssica, o maior motivo para não desistir.

Dois meses após as enchentes, a família retornou à antiga propriedade, foi quando a JTI entrou em contato, mapeou as perdas e mobilizou uma rede de apoio com doações de mobília, recursos financeiros e suporte técnico. Hoje, a família vive no centro de Sinimbu e prepara uma nova área de cultivo (mais plana e produtiva) para plantar 20 mil pés de tabaco, número maior que os 15 mil da propriedade anterior.

DESENVOLVIMENTO
Presente em mais de 10 municípios brasileiros, a JTI atua em parceria com produtores e transportadores integrados nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, promovendo formações técnicas, ações de apoio social e programas de incentivo ao desenvolvimento rural sustentável.
“A JTI acredita na força das pessoas que estão no campo e na estrada. São elas que movem a cadeia produtiva e constroem, todos os dias, a segurança alimentar e logística do país”, afirma Roberto Macedo, líder das Operações de Tabaco em Folha da JTI no Brasil.

FOTO: Junio Nunes/AI JTI

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