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RS supera surto de gripe aviária e volta a exportar carne de frango e ovos, anuncia secretário Edivilson Brum

O Rio Grande do Sul superou o surto de gripe aviária registrado em uma granja comercial no município de Montenegro e voltou a estar apto para exportar carne de frango e ovos. O anúncio foi feito pelo secretário estadual de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum (MDB), que destacou a rápida e eficiente atuação das autoridades sanitárias.

Segundo Brum, a resposta ao foco da doença foi exemplar. “A Secretaria da Agricultura, através do Serviço Veterinário Oficial do Estado, demonstrou muita competência e celeridade. Levamos apenas oito dias além do período de vazio sanitário necessário, que é de 28 dias, totalizando 36 dias até a liberação da área”, explicou.

O esforço envolveu mais de 100 servidores que realizaram vistorias em 560 propriedades em um raio de 10 quilômetros. “Essas propriedades foram visitadas quatro ou cinco vezes, e o mais importante: o vírus não se espalhou, ficou restrito à granja inicial”, ressaltou o secretário.

Com a contenção do surto, o estado agora trabalha para reabrir mercados internacionais, já que a confirmação da gripe aviária havia suspendido as exportações para diversos países. “Cada nação tem critérios diferentes. Alguns aceitam importar de fora do raio afetado, outros barram todo o estado, e há casos, como o Japão, que fecham para o país inteiro”, explicou.

Brum também lembrou que, em meio às restrições dos Estados Unidos, o Brasil passou a exportar ovos para o país norte-americano, o que elevou os preços no mercado externo. “Estamos fazendo um movimento conjunto com o Ministério da Agricultura e das Relações Exteriores para reconquistar esses mercados”, acrescentou.

RS LIVRE DE AFTOSA
Além da vitória sobre a gripe aviária, o Rio Grande do Sul também comemora o reconhecimento internacional como território livre de febre aftosa sem vacinação, certificado recebido recentemente em Paris.

“Esse é um trabalho de 62 anos do Serviço Veterinário Oficial, que agora agrega valor à nossa proteína animal. Essa certificação nos torna mais competitivos no mercado global, gerando empregos, renda e impostos”, destacou Brum.

A expectativa, segundo ele, é de abertura de novos mercados a partir do novo status sanitário.

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