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Tempo médio de emprego cresce 26,2% em Venâncio Aires no 1º trimestre de 2025

Venâncio Aires registrou um aumento no tempo médio de permanência no emprego no primeiro trimestre de 2025. De acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), entre janeiro e março deste ano, o tempo médio de vínculo empregatício na cidade foi de 18,8 meses, o maior registrado para o período desde 2021.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, quando a média foi de 14,9 meses, o aumento foi de 26,2%. A elevação aponta para uma tendência de maior estabilidade nas contratações formais no município.

Nos primeiros trimestres dos anos anteriores, os tempos médios de permanência no emprego em Venâncio Aires foram os seguintes: 16,2 meses em 2023, 16,3 meses em 2022, 18,8 meses em 2021 e 20,2 meses em 2020. Esses dados mostram oscilações ao longo do tempo, com o índice de 2025 igualando o registrado em 2021 e se aproximando dos patamares observados antes da pandemia.

Os dados refletem a duração do vínculo empregatício com carteira assinada, conforme medido pelo Novo Caged. O indicador é usado para avaliar a estabilidade do mercado de trabalho formal.

SETORES EM DESTAQUE
O desempenho positivo no primeiro trimestre de 2025 foi puxado principalmente pela indústria, que teve saldo positivo de 3.589 vagas, com tempo médio de emprego de 19,9 meses. O setor industrial foi responsável por mais de 80% do saldo total de empregos no período.

Outros destaques foram o setor de serviços, com média de 21,8 meses de tempo de emprego e saldo de 91 vagas, e o comércio, que registrou 15,5 meses de permanência média. Já a construção civil apresentou o menor tempo médio, com 11,3 meses, embora com saldo positivo de 24 vagas. A agropecuária teve saldo negativo de uma vaga, com tempo médio de 19,2 meses.

No total, o município teve 6.980 admissões e 3.200 desligamentos no primeiro trimestre de 2025, gerando um saldo positivo de 3.780 vagas formais e um estoque de 20.961 empregos com carteira assinada.

O resultado na indústria é puxado pelas contratações de safristas pelas empresas de processamento do tabaco. Com o prolongamento do período de safra deste setor, a expectativa é de manter o saldo positivo de empregos ao longo do primeiro semestre do ano.

FOTO: Divulgação

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