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Vale do Rio Pardo tem expectativa de vida de 76,38 anos

Vale do Rio Pardo tem expectativa de vida de 76,5 anos Em 2021, a expectativa de vida ao nascer no Rio Grande do Sul chegou a 76,38 anos, uma redução de 1,07 anos em relação ao número registrado no Estado em 2020. Os resultados indicam a primeira redução nos números, entre um ano e outro, desde 2010, quando teve início a série histórica, e mostram o impacto direto dos óbitos registrados por conta da covid-19. No Vale do Rio Pardo a expectativa de vida é superior a média estadual, chegando a 76,5 anos. No Vale do Taquari esse número chega a 78,56 anos, o quarto melhor resultado de longevidade, avaliado pelo departamento estadual.

As informações do estudo Indicadores de mortalidade para o RS e seus Conselhos Regionais de Desenvolvimento – 2010-21, produzido pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG), mostram que as doenças infecciosas e parasitárias, categoria da covid-19, foram a principal causa de óbito entre os moradores do Rio Grande do Sul em 2021, responsáveis por 26,4% do número total de 117.722 óbitos. Em 2020, elas foram a terceira principal causa de mortes no Estado e, em 2019, ocupavam o nono lugar.

Principais causas de mortes

Em uma projeção realizada no estudo, caso as mortes por doenças infeccionas e parasitárias fossem excluídas do cálculo, a expectativa de vida ao nascer no Estado seria de 78,33 anos, 1,95 anos mais do que o número final. O material elaborado pelo DEE/SPGG aponta ainda para a manutenção da diferença de 7 anos na expectativa de vida ao nascer entre homens e mulheres no Rio Grande do Sul. Para as mulheres, a estimativa chegou a 79,88 anos em 2021, enquanto para os homens foi de 72,86 anos.

Seguindo as doenças infecciosas e parasitárias, as doenças do aparelho circulatório ocuparam a segunda colocação entre as causas de mortes no Estado em 2021, com 19,8% do total, seguidas das neoplasias (câncer), com 16,9%, das doenças do aparelho respiratório (7,1%) e de causas externas (6,5%). Entre a população de um a 34 anos de idade, as causas externas, como homicídios, acidentes de transporte, suicídio e quedas, ocupam a primeira posição como principais causas de morte. A partir dos 35 até 79 anos, as doenças infecciosas e parasitárias tornam-se as líderes.

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