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Líder de exportação há 30 anos, Brasil tem potencial para ser um player global de nicotina com regulação dos cigarros eletrônicos

CONTEÚDO DE MARCAR POR BAT BRASIL

Líder de exportação de tabaco há 30 anos, o Brasil tem potencial para ser um player global de nicotina com a regulamentação dos cigarros eletrônicos. A qualidade do tabaco brasileiro trouxe o país até aqui e pode levá-lo ainda mais longe. O gerente sênior de Assuntos Científicos e Regulatórios da BAT Brasil, Iuri Esteves, explica que, como segundo maior produtor mundial de tabaco, o país é forte candidato a entrar neste mercado hoje dominado pela Índia.

“Para se ter uma ideia, 25% do mercado de nicotina extraída de tabaco, hoje é dominado pela Índia, que verificou esta demanda, uma demanda que cresce 12% ao ano, não somente para cigarros eletrônicos, mas também para os sachês de nicotina e também para a indústria farmacêutica. Então, a demanda de nicotina vem crescendo, e a Índia, com essa visibilidade, já está, inclusive, investindo em ampliação da capacidade de extração de nicotina no próprio país. Ou seja, eles dominam hoje 25% do mercado mundial de nicotina líquida, o que o Brasil ainda não pode fazer devido à falta de regulamentação e à proibição. O país tem perdido a possibilidade de instalar capacidade para extração de nicotina e agregar mais valor ainda ao tabaco, que seria um processo nacional de extração de nicotina para vender potencialmente para o mundo inteiro, como faz hoje a Índia”, afirma.

Por ser uma cultura centenária no país, a expertise na produção seria um ponto favorável na corrida por este mercado agregando valor também aos produtores. Atualmente, já é uma das culturas mais lucrativas que existe para o pequeno agricultor, visto que em pequenas propriedades com cerca de 13 hectares em média, 20% dessa área é dedicada ao tabaco que gera 60% da receita do produtor. “

Além disso, Esteves comenta também que a falta de regulamentação dos cigarros eletrônicos no Brasil pode comprometer a liderança do país. “É uma preocupação, porque hoje, a falta de regulamentação traz uma incapacidade de investimento, atualmente, no Brasil, para que se invista em beneficiamento do tabaco e extração de nicotina. Hoje vemos a Índia dominando esse mercado, ou seja, há um risco, inclusive, pelo crescimento desse consumo de nicotina para vários produtos, não somente cigarro eletrônico, nicotina oral e também produtos farmacêuticos, que o Brasil perca o protagonismo no mundo do tabaco”.

SAIBA MAIS

O estudo listou os 10 setores da economia que terão maior crescimento com a regulamentação, considerando quatro frentes: aumento de faturamento, geração de empregos, aumento de renda e arrecadação de impostos líquidos, e a fumicultura aparece como o setor mais beneficiado em todos os aspectos analisados. A agricultura é o setor que geraria mais empregos, com 55 mil novos postos de trabalho, seguido do setor de comércio, com 14 mil novos empregos.

CONSULTA PÚBLICA

Até o dia 9/2/2024 está aberta a Consulta Pública da Anvisa para que consumidores, classe médica, indústria, entidades do setor e quem mais se interessar em contribuir com o debate para a criação de regras rígidas voltadas a esse mercado.

1 – Acesse o site da Anvisa (bit.ly/consultavape) e preencha o formulário;

2 – Dê a sua opinião a favor da regulamentação, lembrando que o texto proposto pela Anvisa prevê a proibição dos produtos no país;

3 – Clique em enviar.


NOTA: Vaporizadores e produtos de tabaco aquecido são produtos destinados a maiores de 18 anos, assim como o cigarro. Estes produtos não são isentos de riscos.
A redução de riscos de vaporizadores e produtos de tabaco aquecido é baseada nas evidências científicas mais recentes disponíveis e desde que haja a substituição completa do consumo de cigarros tradicionais
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FOTO: Divulgação/Pixabay

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