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Gestores municipais participam de mobilização em Brasília em defesa da cadeia produtiva do tabaco no dia 12

A Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) realiza no dia 12 de setembro mobilização em Brasília em Defesa da Cadeia Produtiva do Tabaco. O evento ocorrerá a partir das 14h, na sede da Condeferação Nacional dos Municípios (CNM) em virtude da 10ª Conferência das Partes (COP10) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que ocorre em novembro, no Panamá.

Também haverá o ato de lançamento do grupo de trabalho do poder Legislativo dos municípios integrantes da Amprotabaco. Os vereadores dos três estados do Sul somam-se aos prefeitos das regiões produtoras que há cerca de dez anos estão engajados na defesa da produção. Atualmente, 488 municípios produzem tabaco nos três estados do Sul que em muitos é o principal responsável pelos índices econômicos e sociais dos mesmos.

A Frente Parlamentar em Defesa dos Produtores de Tabaco, da Câmara de vereadores de Venâncio Aires, articula a participação no evento que marcará ainda o ponto alto dos trabalhos da Subcomissão em Defesa do Setor do Tabaco e de Acompanhamento dos Trabalhos da COP10 da Assembleia Legislativa. Após entrega do relatório nesta terça-feira, 29, na Expointer, o grupo ligado a Comissão da Agricultura, Pecuária, Pesca e Cooperativismo percorreu o estado com audiências públicas para debater a importância do setor no sentido de sensibilizar a delegação brasileira a adotar uma posição neutra no evento antitabagista da Organização Mundial da Saúde (OMS). O relatório será entregue aos ministérios envolvidos na COP.

UNIÃO
O deputado proponente e relator da Subcomissão, Marcus Vinícius de Almeida (PP), defende que esta pauta deve unir todos. Tanto o meio político, vereadores, prefeitos, deputados, governadores, governadores, porque são quatro estados com grande produção. “Mas especialmente unir o setor. A agricultura, a indústria, ela precisa estar falando a mesma língua. Se não, chega-se lá em novembro e nós vamos ser condenados a novas medidas impositivas sem poder reagir”, afirma.

O objetivo é que o Brasil possa garantir que a produção não seja prejudicada no evento da OMS. “Que o Brasil faça o contraponto e não embarque nessa onda politicamente correta de países que não têm qualquer vinculação com a produção do tabaco e que estão submetendo regras restritivas à produção, à industrialização em países e nações que têm essa atividade como uma das mais importantes. O Brasil hoje exporta mais de 90 % do que produz. O Rio Grande do Sul é o maior estado produtor”, lembra o deputado.

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